terça-feira, 3 de julho de 2012

O amor é coisa de louco.

28 de junho, já era tarde, e comecei a discutir sobre "beijar é diferente de gostar." Comecei a refletir sobre isso com uma amiga. Ela namora, e me disse á uns dias que não beija o namorado dela, por questão de religião, e pelas palavras dela, é a primeira "penetração", é como se fosse sexo, uma parte do teu corpo, "entra" no corpo do outro e que ninguém beija sem sentir vontade de outra coisa. Isso é meio "fora do normal" pra mim, na minha religião. Mas depois ela completou com a seguinte frase que mudou tudo: "então, depois do beijo, você acaba gostando mais da pessoa." No mesmo segundo, veio o nome de uma pessoa que foi exatamente assim. Ai sim, eu entendi oque ela quis dizer. Gostar é tão relativo. Eu juro, que eu poderia viver ao lado dessa pessoa, sem precisar beijar, nem nada, porque oque eu gosto é do jeitinho de falar, o jeitinho de tudo da pessoa. Me conforta de um modo que eu não precisaria de mais nada. Sabe aquela história de livros, que os olhos brilham só de ver a pessoa falar qualquer bobeira pra te fazer sorrir? Era disso que estávamos falando. Não ficou difícil entender que não precisamos beijar pra gostar. O gostar já estar antes, o gostar está no gostar da personalidade, do jeito de agir, falar, detalhes que você não precisar beijar pra perceber. Beijar é consequência, e como minha amiga disse, depois do beijo, você acaba gostando mais da pessoa. E pra fechar tudo, ela ainda me disse: "então viu como nao é tão louco o que eu faço com o meu namorado? nao preciso beijar ele de tão prazeroso é estar perrto dele pq gosto dele.. sem beijar e sem nada." É, o amor é coisa de louco.